Um processo de escuta psicanalítica que ajuda a dar sentido ao que se repete na sua vida emocional.
enquanto por dentro sente um cansaço que não consegue explicar.
Não é falta de força.
Nem incapacidade de lidar com a vida.
É o peso de carregar sentimentos, conflitos e expectativas sem um espaço real para elaborar o que acontece dentro de você.
E isso, aos poucos, vai deixando tudo mais silencioso, inclusive você consigo mesmo(a).
Tentou racionalizar o que sente, se distrair, seguir em frente.
Leu, refletiu, conversou com pessoas próximas, buscou mudanças rápidas.
Talvez até tenha passado por abordagens mais objetivas, focadas apenas em “melhorar sintomas” ou com foco em resolver problemas de forma pontual.
Mas o que você percebe é que algo retorna sem a sua intenção e você se vê voltando ao mesmo lugar.
As mesmas angústias em novas formas.
As mesmas perguntas sem resposta.
Isso acontece porque nem tudo que se repete é comportamento, muitas vezes, é história psíquica pedindo elaboração.
Ela parte da ideia de que muito do que sentimos, escolhemos e repetimos não nasce da consciência e dos processos cognitivos, mas de experiências, traumas, vínculos e marcas emocionais que foram se organizando ao longo da vida, mas que hoje direcionam silenciosamente a nossa forma de sentir, desejar, sofrer e nos relacionar; ainda que não
percebamos.
Na prática, a sessão funciona como um espaço de fala livre e sem roteiro, (a qual o paciente pode dizer tudo que vem a sua mente )onde o analista escuta aquilo que parece “sem sentido” e que ganha forma, nome e compreensão, cada vez em que o paciente vai se redescobrindo e reaproximando de sua própria história.
Enquanto outras abordagens se focam em controlar os sintomas de mal-estar psíquico e/ou num diagnóstico, a psicanálise oferta um tratamento mais livre e que se interessa em escutar o que este sintoma tem a dizer sobre quem o sente, buscando um sentido único e
singular, atuando na raiz do que se repete, e naquilo que você não vê, mas que influencia suas escolhas.
É como se, aos poucos, você conseguisse decifrar um idioma interno que sempre esteve ativo, mas nunca havia sido escutado de verdade.
E quando isso acontece, o sofrimento deixa de ser apenas algo a ser evitado, e passa a ser algo que pode ser elaborado e atravessado, sem precisar sucumbir ao mesmo.
Mais do que falar sobre o que sente, a análise convida você a escutar o que suas palavras revelam para além do que você sabe sobre si mesmo. Ao colocar em palavras o que insiste em se repetir, torna-se possível construir uma relação diferente com os próprios impasses. Na análise o analista se oferece para o outro mas não oferece conselhos, respostas prontas nem ensina técnicas para controlar emoções pois não trabalha com a ideia de completude. Ela possibilita que o sujeito encontre um outro modo de se relacionar com as angústias próprias da existência humana a sua maneira, a partir da escuta do inconsciente e da construção de um saber próprio, singular e intransferível, capaz de sustentar uma mudança de posição subjetiva duradoura.
Flexibilidade para escolher o formato que melhor se adapta à sua rotina, mantendo a mesma qualidade técnica, sigilo e profundidade clínica.
Um trabalho que vai além dos sintomas, investigando os processos inconscientes que influenciam seus pensamentos, emoções e escolhas e que permite o sujeito suportar as inconsistências do viver.
O objetivo do processo não é apenas aliviar o sofrimento imediato mas compreender suas raízes, ou seja, convidar o sujeito a entender a lógica singular que sustenta seus impasses, possibilitando construir a sua verdade e a transformar sua relação com aquilo que nele insiste e se repete.
Um percurso profundo que favorece maior clareza sobre si, abrindo espaço para escolhas mais implicadas com seu desejo e uma nova forma de se posicionar diante de seus conflitos sem temer e recuar diante o olhar do outro.
Talvez você não precise de respostas prontas. Talvez você precise de um espaço onde possa finalmente se escutar com profundidade. Se algo aqui fez sentido para você, esse pode ser o início de um processo importante de transformação.
Ao se consultar comigo, você terá um espaço para falar livremente e colocar em questão aquilo que insiste em se repetir, produz sofrimento ou permanece sem resposta, respeitando o seu tempo e ritmo.
Aqui você encontra um espaço de escuta em que a palavra possa circular sem julgamentos e a interpretação não é feita através de um modelo pronto, o que possibilita o construção de um saber sobre o seu desejo e a agir de acordo com ele.
Na psicanálise não há protocolos ou caminhos previamente definidos. O percurso analítico se orienta por aquilo que é único na vida de cada paciente, o que inclui aspectos do próprio tratamento como acordos, horários, valor e forma de pagamento. Aqui, cada processo analítico é único e o construímos a partir de acordos que façam sentido para cada paciente, respeitando seu momento e sua singularidade.
O processo é construído a partir da sua demanda e de forma livre. A psicanálise é um tratamento que tem como objeto a investigação o inconsciente, e sendo este algo tão únicocomo as nossas digitais, não partimos de um modelo protocolar pronto, e sim da demanda particular que cada um apresenta, constituindo assim o caminho de uma análise.
As primeiras sessões que chamamos de ‘entrevistas preliminares’ são um tempo de escuta e de elaboração do motivo que leva alguém a procurar uma análise. À medida em que a análise avança, o trabalho analítico se orienta pelos sentidos que se revelam na fala e pela singularidade de cada experiência e história vivida, permitindo que o paciente possa desfazer pela fala o que foi causado por ela.
Olá, me chamo Manuela Silva, sou psicóloga e praticante da Psicanálise.
Atuo em São Paulo desde 2012, com atendimentos presenciais e online voltados a adultos e idosos em diferentes momentos de vida, especialmente em situações de sofrimento emocional, crises internas e processos de autoconhecimento.
Minha formação em Psicologia pela Universidade Vila Velha (UVV), somada à especialização em Psicologia Hospitalar pelo Hospital Albert Einstein e à minha formação contínua em seminários de escolas de psicanálise, além da participação em disciplina isolada no PPGPC do mestrado da Universidade de São Paulo (USP), sustenta uma prática clínica comprometida com profundidade, ética e escuta qualificada.
Mais do que um percurso acadêmico, esse caminho reflete minha escolha por uma clínica que não se limita à superfície do sofrimento, mas que busca compreender aquilo que, muitas vezes, não encontra palavras.
No processo analítico, meu trabalho consiste em sustentar uma escuta orientada pela ética da psicanálise, para que cada paciente possa construir um saber singular sobre aquilo que o faz sofrer e, a partir desse percurso, produzir uma mudança em sua posição subjetiva diante de seu desejo, de seu sintoma e de sua história, podendo assim fazer suas escolhas e bancar suas apostas diante dos impasses da vida.
Se você sente que é hora de olhar com mais cuidado para o que vem vivendo internamente, será um prazer te acompanhar nesse processo. Entre em contato para agendar sua sessão.
Então aqui estão respostas sinceras e acolhedoras.
Isso é mais comum do que parece. A psicanálise não trabalha com soluções imediatas, mas com a compreensão das causas profundas do sofrimento. Muitas vezes, quando o método muda, a experiência também muda.
Não. Na psicanálise, você pode falar livremente. O processo parte justamente do que surge espontaneamente, até mesmo o que parece confuso ou sem importância.
Não há um tempo fixo. Cada processo é único, porque depende da sua história, do seu ritmo e da profundidade do que está sendo elaborado.
Sim. O vínculo e a escuta analítica se mantêm no ambiente online, garantindo sigilo, ética e profundidade no processo.
Sim, mas vai além dos sintomas. Ela busca compreender o que sustenta esses estados emocionalmente, ajudando você a elaborar suas causas internas.
Você não precisa saber. O início do processo é justamente esse: começar de onde for possível, com o que estiver disponível no momento.
Sim. A psicanálise investiga fenômenos complexos, como o inconsciente, a linguagem e a singularidade de cada sujeito, o que nem sempre podem ser avaliados e validados pelos mesmos métodos utilizados em outras áreas da saúde e dentro dos padrões científicos convencionais, o que denota a complexidade que existe em medir eficácia em psicoterapias e derruba por si só a visão simplista de que a psicanálise não possui base empírica. Além disso, o conceito de “evidência científica” também evoluiu ao longo do tempo. Hoje, diferentes métodos de pesquisa são reconhecidos como adequados para
responder a diferentes perguntas clínicas, e a eficácia da psicanálise tem sido objeto de um
número crescente de estudos e revisões científicas.
Nas últimas décadas, diversas pesquisas, revisões sistemáticas e metanálises avaliaram a eficácia da psicanálise e das psicoterapias de orientação psicanalítica no tratamento de diferentes formas de sofrimento psíquico, contrapondo o argumento de que a psicanálise é
pseudociência. Atualmente, há evidências científicas de que essa modalidade de tratamento pode produzir benefícios clínicos consistentes, especialmente quando se considera não apenas a redução de sintomas, mas também mudanças mais amplas na forma como a pessoa se relaciona consigo mesma, com os outros e com seu sofrimento. A própria discussão sobre evidências em psicanálise evoluiu significativamente nos últimos anos, sendo estuda, investigada e praticada nas universidades, e hoje é reconhecida como um campo legítimo de investigação científica, ainda que utilize métodos compatíveis com a
complexidade de seu objeto de estudo.
Para psicanálise a questão não é negar a importância das evidências, mas reconhecer que práticas clínicas diferentes exigem métodos de investigação compatíveis com seus objetos de estudo.
Não. Porém, para os convênios que trabalham com reembolso emito nota fiscal para a
realização do mesmo.
Compreender o que está por trás dos seus padrões pode ser o primeiro passo para construir mudanças reais e duradouras.